Governo de MG recua e retira bem histórico da relação de ativos

O Governo de Minas Gerais retirou o Instituto Cândido Tostes da lista de bens que seriam ofertados à União em tratativas ligadas à dívida estadual. A mudança foi comunicada em discussão na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) e repercutiu em Juiz de Fora, onde o instituto tem forte valor histórico e técnico.

A exclusão altera o desenho do pacote de ativos inicialmente cogitado. Autoridades estaduais informaram que seguem revisando imóveis e critérios de viabilidade, enquanto lideranças locais cobram transparência e previsibilidade sobre o destino do patrimônio público.

Notícias no WhatsApp
🔔 Receba notícias diretamente no seu WhatsApp! Clique aqui!

Documento oficial cita ajustes e provoca reação em Juiz de Fora

Relatos da tramitação indicam que o governo promoveu ajustes na relação de imóveis, tirando o Cândido Tostes do rol encaminhado para análise federal. Parlamentares e representantes municipais questionaram os parâmetros adotados e pediram acesso aos estudos que embasaram a decisão.

Para Juiz de Fora, o recuo evita a transferência imediata do bem e mantém o instituto sob guarda estadual. Contudo, o debate sobre financiamento, manutenção e uso do espaço permanece, exigindo planejamento orçamentário e definição clara de responsabilidades administrativas.

Posições políticas e próximos passos na gestão do patrimônio

A Prefeitura sinalizou interesse em discutir soluções para equipamentos estratégicos, caso surjam oportunidades legais de cooperação com o Estado. Integrantes da bancada regional na ALMG defendem que qualquer alteração de domínio considere a função social do Instituto Cândido Tostes e a continuidade de serviços de interesse público.

Os próximos passos envolvem nova rodada de avaliações técnicas, com ênfase em viabilidade jurídica, custeio e utilização do imóvel. A expectativa é que o governo detalhe critérios de seleção e cronogramas, enquanto a sociedade local acompanha os desdobramentos e cobra preservação do patrimônio e transparência decisória.

Leia também:

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *